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“Minha mensagem é, por favor, não se adapte à corrupção. Setor privado, cidadãos, precisamos acabar com a indiferença à corrupção.”

(Delia Ferreira Rubio, chefe da Transparência Internacional, em Davos)

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Dados vazados tem 773 milhões de endereços de e-mails – Divulgado pelo pesquisador australiano Troy Hunt, criador do site Have I Been Pwned?, o vazamento de dados Collection#1 indica o comprometimento de 773 milhões de e-mails, além de mais de 20 milhões de senhas. De acordo com Hunt “como as contas estão circulando com facilidade, fica mais fácil que sejam utilizadas para fins maliciosos”. Descubra se o seu foi comprometido clicando aqui. (G1, 17.01.2019)

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Medida Provisória cria Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) – A Medida Provisória nº 869/2019 altera dispositivos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), bem como cria a Autoridade Nacional, órgão vinculado à Presidência da República, responsável por zelar, implementar e fiscalizar o cumprimento da LGPD. Entre as alterações, merece destaque a prorrogação do prazo para entrada em vigor das obrigações contidas na LGPD para agosto de 2020. (Câmara dos Deputados, 03.01.2019)

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Decreto Federal altera estrutura regimental da CGU – O Decreto nº 9.681/2019 tem como objetivo fortalecer a Controladoria Geral da União (CGU), bem como criar secretaria especializada no combate à corrupção e na atuação do órgão nos acordos de leniência. (Conjur, 04.01.2019)

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Eletrobrás adere a acordo de leniência entre Odebrecht e CGU – Como resultado, a Eletrobrás e suas coligadas serão compensadas em R$ 162 milhões por participações nas usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Belo Monte. “A adesão ao acordo é uma oportunidade de fazer retornar à Eletrobrás parte dos recursos a que a companhia tem direito, diante dos prejuízos causados pela Odebrecht, decorrentes do esquema de corrupção desvendado pela Operação Lava Jato”, diz trecho do comunicado. (Valor Econômico, 02.01.2019)

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Para Saber Mais
De acordo com o Banco Mundial, cerca de um terço das empresas paga propinas a funcionários do governo a fim de garantir tratamento preferencial, número que alcança um total estimado de US$ 400 bilhões ao ano. Partindo desse pressuposto e levando em consideração que a corrupção empresarial é uma prática que resulta em grandes prejuízos às empresas, a pergunta que surge é: por que as propinas resistem? Como as empresas podem abandonar esse hábito? Essas e outras questões são trazidas a debate pelo escritor americano David Montero através do artigo “Lidando com o suborno nos negócios”, publicado na Harvard Business Review, que elenca medidas preventivas que podem ser adotadas pelas empresas.

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Compliance Desk